"Smart people for smart hats". Tal é a filosofia de Ewa Kulasek, a artista baseada em Colónia por trás de Scha. Longe de ser um mero acessório, o chapéu é aqui concebido como um objeto arquitetónico que define a silhueta e a atitude. O minimalismo não é uma ausência de detalhe, mas uma pureza de forma absoluta.
Para esta coleção, as matérias naturais são o foco. A erva marinha (seagrass) e a palha parasisal são esculpidas em formas geométricas, por vezes rígidas, por vezes maleáveis. Encontra-se este jogo subtil de orlas francas e acabamentos invisíveis. Um chapéu Scha não disfarça, complementa o rosto com uma elegância intelectual e discreta.
Sobre esta seleção
{"type":"root","children":[{"type":"paragraph","children":[{"type":"text","value":"Ewa Kulasek fundou a Scha em Colónia com uma convicção que desafia o lugar que a moda contemporânea tem progressivamente atribuído ao chapéu: o de um acessório sazonal e opcional cuja função principal é adicionar um toque de fantasia ou proteção climática a um conjunto já completo. Para Kulasek, o chapéu é um objeto arquitetónico por direito próprio, que define a silhueta a partir do seu ponto mais elevado e estabelece a relação entre o corpo humano e o espaço circundante com uma autoridade que nenhum outro acessório possui no mesmo grau. Esta visão exigente e intelectualmente ambiciosa da chapelaria, resumida no lema da casa com uma concisão e um humor tipicamente nórdicos, atraiu uma comunidade de mulheres que partilham a convicção de que a cabeça merece tanta atenção e cuidado quanto o resto da silhueta.\n\nAs matérias naturais que constituem o vocabulário material da coleção atestam uma sensibilidade às propriedades intrínsecas das fibras vegetais que apenas uma abordagem artesanal e paciente pode desenvolver. A erva marinha (seagrass), cuja rigidez natural e textura orgânica irregular criam superfícies de uma beleza crua e honesta, e a palha parasisal, cuja finura e flexibilidade permitem construções de uma precisão geométrica notável, são esculpidas por Ewa Kulasek em formas cuja pureza e tensão formal recordam efetivamente a obra de arquitetos e designers industriais, mais do que a de chapeleiros convencionais. As orlas francas e os acabamentos invisíveis que caracterizam cada peça Scha são a tradução concreta de um minimalismo que não é uma simplificação preguiçosa, mas uma busca exigente pela forma mais justa e económica possível, aquela que completa o rosto com uma elegância intelectual e discreta, sem nunca procurar dominá-lo ou disfarçá-lo.\n\nNa Actuel B, propomos uma seleção de chapéus Scha para mulher, disponíveis nas nossas boutiques de Avignon e Arles, bem como no nosso site. Modelos em seagrass, parasisal e outras matérias naturais são apresentados por equipas formadas no universo arquitetónico e minimalista da marca, com o aconselhamento personalizado que caracteriza a nossa abordagem ao luxo multimarca."}]}]}